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Agora a Sério

Um local sério para se falar das coisas sérias de todos os dias. Só para pessoas que se levam muito a sério.

Agora a Sério

Um local sério para se falar das coisas sérias de todos os dias. Só para pessoas que se levam muito a sério.

Não vamos ao Nós Alive

Chegou o dia, aquele dia.

O dia em que tudo mudou

O dia em que o pesadelo se tornou verdade.

O dia que eu achava que nunca iria chegar.

O dia em que o mundo vai de certeza acabar.

O dia em que eu já não me conheço a mim mesma.

 

Hoje é o dia em quatro anos que eu não vou ao Optimus Alive (epá Nós Alive é um título horrível e eu sou old school!).

Este ano não vou a esse grande festival. Nem os três dias, nem um dia, nem uma tarde, nem um concerto, nem para beber uma Heineken, nada, n-a-d-a, não vou, ponto final. Simplesmente, este ano...não dá.

 

Eu não sei bem explicar-vos como se sente o meu coração. Não sei está partido, pesado, sufocado, despedaçado, triste, baleado, queimado, esfaqueado, molestado, apedrejado, às fatias de sashimi, sei lá. Sei que ele não está bem mas que vai ter de sobreviver a este inferno de dias que aí vêm.

 

Será que ele vai conseguir evitar as redes sociais?

Será que ele vai controlar as saudades quando olhar para fotografias?

Será que ele vai sentir falta do toque da pulseira que devia estar no pulso esquerdo, que todos os verões deixa marca?

Será que ele vai conseguir resistir a não ler reviews dos concertos?

Será que ele vai para fora de Lisboa e vai tentar não pensar "eu devia estar noutro sítio"?

Será que ele vai aguentar pela segunda vez na vida perder um concerto de The Prodigy, depois de prometer ao mundo inteiro que mal eles voltassem ele ia estar lá na primeira fila, depois de a irmã lhe dizer que mal soube que eles vinham cá de novo ela sabia que não ias querer perder aquilo por nada deste mundo?

 

Bah, esqueçam, o meu coração já morreu, vamos esperar 3 dias para que ele ressuscite.

O que ando a fazer #1

A vida é meio maluca e deixa-nos sempre ocupados mas não podemos andar sempre com desculpas: tirarmos algum tempo livre para nos cultivarmos é realmente importante. Eu nestas coisas viro-me mais para a leitura mas cabe um é que sabe de si.

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Os últimos dois livros que li foram o Clube de Cinema, do jornalista David Gilmour, e Buda, da cientista Karen Armstrong. Dois livros bastante diferentes, sendo que o segundo já tinha lido e tive exactamente a mesma impressão. Mas uma segunda leitura é sempre diferente de uma primeira e valeram todos os minutos.

 

Mas nem sempre me consigo concentrar nos livros. Há sempre aquela semana em que conseguimos ler todos os dias e ficamos entusiasmados mas depois esquecemo-nos do livro e já nem vale a pena recomeçar. Por isso é que sou doida por revistas, de todos os tipos, assuntos e formatos. Uma revista pode-se ler em uma ou duas horas mas fica para a eternidade. Se no mês seguinte me apetecer ler de novo aquela história que me marcou, tenho uma outra experiência de leitura bastante prazerosa e que não demora semanas a ler.

 

Ora se geralmente quando preciso de ler alguma coisa, compro sempre uma revista de moda, como a Elle Portugal, mas às vezes uma pessoa tem de se virar para coisas mais "sérias". E depois de meses a ler ou a Time ou a The Economist, decidi mudar de ares e comprei a Marketeer e a Executive's Digest, a última muito pela capa e pelo preço convidativo. É preciso incentivar a imprensa e os negócios portugueses e quem diria que até eram uma boa leitura?

Para finalizar, a minha melhor amiga/irmã gémea/a minha alma, de seu nome música, está sempre comigo todos os dias. Nas últimas semanas, temos dado importância a James Bay - porque ele é um senhor fantástico que pegou numa guitarra e criou um álbum com sons simples mas letras profundas. Nem todos conseguem dominar esta arte, mas este senhor fá-lo na perfeição. Di-vi-no!

 

Ficam aqui as sugestões, se tiverem algumas, sintam-se à vontade de as dizer, que eu ando sempre à procura de novas revistas e novos livros para me esquecer deles na secretária.